Há três ano tracei um objetivo para minha vida acadêmcia: preciso trabalhar com esta garota! Logo no primeiro trabalho ela surpreendeu a todos com seu talento, criatividade e profissionalismo. O problema é que, quem eu era para que conseguisse trabalhar nesta equipe também?De lá pra cá muita coisa mudou, uma amizade profunda, sincera e poderosa me segurou em grupos mais frágeis que casas de sepê construídas em íngremes morros brasileiros. Finalmente, no último ano, nossos caminhos se cruzaram. Tive que enfrentar muita coisa e muita gente para conquistar sua confiança, adimiração e desejo de trabalhar comigo. Somado a isso, tinha também um outro grande amigo meu nesta equipe agora, assim como uma recém descoberta amizade.
O problema é que não poderia levar minha amiga para esta nova equipe. Sendo ela sentimental e até um pouco infantil nestes quesitos, sabia que corria o risco de perder uma verdadeira irmã para mim.
Eu desejava, tinha a oportunidade e um motivo, meu grupo atual estava decaído, sem (ao meu ver) perspectivas de futuro para o trabalho de conclusão de curso. Foi então que resolvi me jogar e arriscar tudo para conseguir preencher a ultima vaga disponível para integrar este grupo.
Tudo perfeito! Quer dizer, minha amiga jurou frases de discórdia e rompimento de amizade. Mas todo este rancor durou apenas um verão. Agora, estava na agência perfeita, em um bom estágio e ainda mantive a amizade. Tudo ok, pelo menos até o início do ano letivo.
O ano começou e eu já estava mais do que empolgado para trabalhar com esta equipe, finalmente havia conquistado um de meus objetivos. Mas para minha maior prova de falta de sorte do universo, justamente este ano, os grupos devem ser formados por apenas quatro integrantes. Esta notícia caiu como uma bomba, sobretudo para mim que ainda não havia feito nem um trabalho com o grupo, tinha acabado de entrar na agência. Pensei logo que gostariam de retirar os últimos a entrar, mas felizmente (ou não), decidiram faer uma votação para, democraticamente, eleger o 'novo grupo'.
Tal eleição será feita hoje e todos vocês podem não entender a angústia que sinto aqui no peito, mas acreditem, estou com o coração na boca. Não creio que consiga 'vencer' os integrantes mais antigos da agência. Portanto, a probabilidade maior que existe é a de eu ficar meio que sem grupo, sem poder voltar para o anterior e tampouco conquistar um desejo de anos, trabalhar na faculdade em um grupo unido, maduro, bom e profissional. Ainda tenho esperanças, mas somente uma louca ação do destino podem mudar o rumo dos próximos capítulos.
Pelo jeito perdi a oportunidade, e esta não é a única perda que estou correndo o risco de ter neste início de 2010, mas isto vai para o post seguinte...
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